E não é que subiu (de novo)?

Posted by admin on October 31, 2008 under Análises, Blog do Long, Bolsa Hoje, Cimino, Investmaníacos, Lavarini, Mensalinho, Novato na Bolsa, Seagull Trading, TR3 Invest, Ábaco | Be the First to Comment

No terceiro dia de alta fortíssima, o IBOV já acumula 27% - o que dirão nossos analistas preferidos neste cenário de “adeus crise”?

Análises para o dia 30/10/2008

Posted by admin on October 30, 2008 under Análises, Blog do Long, Bolsa Hoje, CHR Investor, Cimino, Giuoco Piano, Mensalinho, Novato na Bolsa, Ploober, Ábaco | 2 Comments to Read

A semana deve estar dando dor de cabeça para os vendidos. Depois de dois dias de altas fortíssimas, como estará o ânimo de nossos profetas?

Profecias (atrasadas) para 29/10/2008

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Após uma alta excepcional de 13% do dia anterior (e um dia sem postagens por aqui - o nosso leitor preferido deve ter ficado com saudades), o que terão previsto os profetas para ONTEM?

Falar o quê?

Posted by admin on October 28, 2008 under Análises, Blog do Long, Bolsa Hoje, CHR Investor, Cimino, Dalton Vieira, Dr Fox, Lavarini, Novato na Bolsa, Ondas Financeiras, Seagull Trading, TR3 Invest, Ábaco | 3 Comments to Read

De repente ficou fácil ser profeta: traçe um punhado de linhas sobre um gráfico, fale de política ou da diretoria da Petrobrás fingindo entender do assunto e dizer que vai cair. Batata! Falar o quê? “Vendam tudo! O céu está caindo!!!”. Para o nosso alívio, ainda existe quem pense o contrário. Afinal, a teoria é sabida de todos: na hora em que todos concordarem que a baixa é definitiva, vem dinheiro sabe-se lá de onde e empurra os preços para cima. Ah, o nosso bom e velho mercado…

Começando a semana com os dois pés esquerdos: análises para 27/10/2008

Posted by admin on October 27, 2008 under Análises, Blog do Long, Bolsa Hoje, Cimino, Dalton Vieira, Giuoco Piano, Lavarini, Lucrando na Bolsa, Mensalinho, Seagull Trading, TR3 Invest | 2 Comments to Read

Nem só de blogs vivem as profecias…

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Mais um clipping do nosso Discípulo trás dados interessantes publicados no portal EXAME. Interessante notar como as análises dos profetas de lá tendem mais ou menos a convergir (em números) com a dos profetas de cá… :-)

EXAME ouviu oito analistas sobre a turbulência mundial e nenhum arriscou dizer que a bolsa paulista já atingiu o fundo do poço
Por Denise Brito e Márcio Juliboni

Fonte: Portal EXAME

Até onde a Bovespa pode afundar com a crise financeira mundial é uma pergunta na cabeça de todos os investidores. Para uns, a resposta indica o limite do sofrimento de ver seu dinheiro encolher na renda variável. Para outros, significa o momento certo de voltar às compras e lucrar com a reversão do mau humor do mercado. Entre 20 de maio, quando o Ibovespa - principal indicador da bolsa paulista - registrou seu recorde de 73.516 pontos, e a última sexta (10/10), o pregão paulista encolheu 52%.

Para saber onde está o fundo do poço, EXAME consultou oito analistas do mercado. Veja as respostas:

Ricardo Tadeus Martins – gerente de pesquisa da corretora Planner
Limite: 33.200 pontos
“Estou muito propenso a achar que os níveis atingidos pela bolsa na semana passada já são plenamente aceitáveis como correção do Ibovespa. Para reverter a tendência de queda da bolsa brasileira, o Banco Central precisa continuar monitorando os níveis de liquidez do sistema. Também precisa de uma atuação mais firme em relação ao câmbio. Há vastas reservas para enfrentar a alta desenfreada do dólar. Por fim, seria bem-vindo se o Copom mantivesse a taxa de juros na próxima reunião. Em termos mundiais, os bancos centrais devem fazer o que já estão fazendo: montar pacotes de auxílio ao sistema financeiro, monitorar se as medidas estão surtindo efeitos e promover os ajustes necessários.”

José Góes – economista da Alpes Corretora
Limite: entre 34.000 e 30.000 pontos
“É difícil definir um limite preciso, mas acredito que já estamos praticamente nele, ou muito perto. Independente da crise, as empresas já estão muito baratas. O ponto de reversão seria a efetiva implantação do pacote americano de socorro aos bancos. Quando os 700 bilhões de dólares começarem a ser liberados, será o primeiro sinal de otimismo. O mercado voltará a ter liquidez e os bancos retomarão os empréstimos. Aparentemente, o que falta é os governos comprarem fatias dos bancos em geral, como uma garantia ao mercado de que as instituições não vão quebrar. Outra medida para os países mais afetados seria a emissão de moeda para bancar os prejuízos do sistema.”

Clodoir Vieira – economista-chefe da Corretora Souza Barros
Limite: 28.000 pontos
“Sempre que o Ibovespa cai, a gente pensa que já atingiu o limite. Depois, acaba tendo de rever essa idéia. Acredito que a bolsa só reverterá a tendência quando houver uma ação coordenada dos bancos centrais dos principais mercados, a fim de garantir a carteira dos bancos comerciais. Só assim, a credibilidade voltará ao sistema financeiro. Isso romperá a desconfiança generalizada que impede que os bancos emprestem uns para os outros.”

Alex Agostini – economista-chefe da corretora Austin Rating
Limite: 25.000 pontos
“Não existe piso quando a situação saiu da racionalidade e passou para o emocional, como agora. Se tivermos, por exemplo, mais uma semana de queda diária de 5%, chegaremos aos 25.000 pontos. A única forma de reverter isso é o resgate da confiança no sistema financeiro, e isso é um processo complexo. No Brasil, o BC não pode agir de forma agressiva para não provocar comoção no mercado. Ele pode estabilizar os juros, como já vem sinalizando. Depois, como medida adicional, reduzir a taxa, pois as commodities estão em queda, o que deverá trazer um recuo da inflação em 2009. O governo também pode reduzir a carga tributária para dar fôlego às empresas.”

Lance Reinhardt – diretor da asset austríaca Superfund na América Latina
Limite: 25.000 pontos
“É difícil dizer qual é o piso. Se o Banco Central não injetar liquidez no mercado, é possível que vejamos o Ibovespa ao redor de 25.000 pontos. Não acho que haverá uma recuperação significativa nos próximos seis a 12 meses, porque continuará havendo pressão de queda nos ativos, conforme mais defaults de crédito ocorrerem. Entretanto, é possível que vejamos um rali de compra no curto prazo, antes de uma nova grande queda nos preços das ações. A única coisa que pode reverter a queda da Bovespa é o sentimento e a recuperação dos mercados internacionais, sobretudo os Estados Unidos e a Europa. As organizações governamentais não podem controlar a crise; podem apenas estabilizar os mercado. O fator mais importante para isso é abrir linhas de crédito (públicas ou privadas).”

Kelly Trentin – analista-chefe da corretora SLW
Limite: sem previsão
“Não dá para prever o piso do Ibovespa. O mercado está sem parâmetro, diante da forte volatilidade. A confiança dos investidores voltará quando os governos da Europa e dos Estados Unidos mostrarem que podem conter a crise. Os americanos precisam provar a eficácia do pacote, detalhando as medidas. Com isso, a aversão ao risco cairá e os estrangeiros voltarão a comprar os papéis. No Brasil, o governo está agindo muito bem para enfrentar a crise.”

Álvaro Bandeira – economista-chefe da Ágora Corretora
Limite: sem previsão
“O piso da Bovespa dependerá de quanto tempo essa crise vai durar. Precisamos de um tratamento de choque, e rápido. Nesse momento, no auge da crise, não existe ponto de retorno. Os mercados simplesmente não reagem aos estímulos. Será preciso atacar quatro vertentes: recapitalizar as instituições financeiras, com eventuais estatizações temporárias; ampliar a confiança dos investidores; reduzir os riscos de contaminação sistêmica; e ampliar a liquidez. Vale destacar ainda a necessidade de rápida absorção dos títulos tóxicos.”

Marcelo Faro – economista-chefe da Intra Corretora
Limite: sem previsão
“Não faço parte da corrente que precifica o limite máximo e o mínimo para bolsa, pois há um fator psicológico que rege as decisões em momentos como este, em que há uma necessidade ímpar de liquidez. Não há um número mágico e eu não acho que a bolsa está barata diante desse contexto. O barato e o caro são relativos. Para recuperar a confiança do mercado, são necessários dois fatores: os Estados Unidos conseguirem efetivar o socorro aos bancos. O outro é restabelecer a capacidade de empréstimo dos bancos.”

E falando em profetas…

Posted by admin on October 24, 2008 under Colaboradores, Politicagem | Be the First to Comment

Um de nossos leitores, o Discípulo de Mestre, nos lembrou de alguém que esquecemos desde o começo deste blog: o maior profeta que o Brasil já viu, desde as Diretas Já. O grande líder das massas e cervejas. O grande homo-nove-dedus e presidente de nossa república-pátria-amada-Brasil, Lulinha da Silva!

Tentaremos ao máximo acompanhar os sempre inteligentíssimos discursos de nosso digníssimo presidente - apesar de que, como ele não investe em bolsa (ao contrário do que diz seu Imposto de Renda), não vai ser possível colocá-lo exatamente no hall dos profetas.

Com a palavra, o Discípulo de Mestre:

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar, nesta quinta-feira, os bancos nacionais que não têm mantido a oferta de crédito em níveis normais. Segundo ele, o governo federal já fez sua parte ao alterar as regras dos depósitos compulsórios.

O depósito compulsório obriga que as instituições financeiras recolham junto ao Banco Central parte do dinheiro depositado pelos seus clientes. Com isso, os bancos ficam com menos dinheiro para emprestar e fazer outras operações. Nas últimas semanas, o governo alterou vários pontos dessa regra para liberar mais dinheiros às instituições financeiras.

“Os bancos têm responsabilidade concreta [pela falta de liquidez] porque não há nenhuma razão para que parem nenhuma política de financiamento. Da parte do governo, nós estamos liberando compulsório para fazerem os empréstimos e financiamentos”, disse Lula. No início do mês, o presidente já havia dito que caso o dinheiro não voltasse a circular, seria tomado de volta pelo governo.

“Acho que as empresas do comércio varejista têm de continuar vendendo, porque aprendi, mais uma vez, e falando em futebol, que a melhor defesa é o ataque. Neste momento o Brasil tem que ir para o ataque”, afirmou Lula.

Em entrevista a jornalista, o presidente disse ainda que orientou o ministro Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do BC (Banco Central), Henrique Meirelles, a conversar com os bancos para que liberem o crédito ao consumidor.

A falta de dinheiro em circulação e a retração do crédito é o principal reflexo da crise financeira internacional no Brasil. Com bancos internacionais com problemas, cai a confiança para realização de empréstimos entre bancos e países, e quando eles ocorrem, ficam mais caros e com prazos mais apertados.

Até ameaçou reagir, mas…

Posted by admin on under Análises, Blog do Long, Bolsa Hoje, Investmaníacos, Lavarini, Ondas Financeiras, Seagull Trading, Ábaco | Be the First to Comment

Mais um dia de fortes emoções: a Bovespa que começou em alta, voltou para o vermelho, ficou meio que em dúvida e fechou em -3,57%; o dólar disparou e fechou em queda (forçada pela atuação do Banco Central); os resultados operacionais de empresas mundo afora revelam números ora fantásticos, ora terríveis. O que dirão nossos profetas quanto a este rumo - ou ausência de rumo da Bovespa e demais bolsas do mundo?

Dois novos profetas!

Posted by admin on October 23, 2008 under Geral | 5 Comments to Read

Aproveitando o post de aniversário do Seagull, “convidamos” dois novos profetas para nossas análises diárias: Giuoco Piano e Lucrando na Bolsa. Bem vindos!

-10,18% (análises para 23/10/2008

Posted by admin on under Análises, Blog do Long, Bolsa Hoje, CHR Investor, Cimino, Dr Fox, Investimetria, Investmaníacos, Lavarini, Mensalinho, Ploober, Seagull Trading, Ábaco | 12 Comments to Read

  • O Ábaco diz que o candle do dia anterior “antecipou a queda” (não tinha sido somente um candle “ruinzinho”, até ontem?). E o fundo, que era duplo, agora é triplo.
  • Entrando na linha dos duplos, triplos e quádruplos, o Investidor Iniciante vê não um fundo, mas um TOPO duplo no gráfico de VALE!
  • Dr Fox analisa a congestão que vem se formando no gráfico do IBOV, com fundos mais rasos e topos mais baixos, o que segundo ele pode levar a uma bela explosão (em qualquer direção). E agora, Fox?
  • CHR Investor ficou frustrado com o fato do mercado ter passado a perna em seu artigo do dia anterior (que falava na redução da volatilidade). Os anúncios do governo brasileiro ajudaram a jogar lenha na fogueira e jogar o índice IBOV (como de costume) a uma queda maior que a média lá fora. E a aversão ao risco continua em voga
  • Lavarini analisou o Dow Jones e vê que ele parou de cair bem em cima do suporte de seu triangulinho. Será que sobe? Será que quebra o suporte? Aguarde sensacionais revelações
  • Seagull comenta as nuvens negras e a atitude um tanto esquisita do governo em liberar suas autarquias para comprar bancos e construtoras. Mas análise que é bom, só dos acessos do blog
  • E falando em metereologia, o Bolsa Hoje acha que o tal triângulo simétrico foi quebrado e que a próxima parada é em 26 mil pontos. Vale notar, também, que ao contrário do que diz o Lavarini, o professor também vê o triângulo do Dow Jones como rompido…
  • Long confirma seu viés de baixa para a Bovespa e vê possibilidade de recuperação leve para hoje (apesar de não achar uma boa idéia ficar comprado “overnight” em nada).
  • Investimetria continua com um papo esquisito de quem tomou prejuízo demais na cabeça, perguntando se a Bovespa é casada e tem filhos (???) e comenta o hexa da Bovespa, em seu sexto circuit break no ano.
  • O Cimino também comemora a farra dos circuit breaks, e projeta a queda para 23.600 pontos.
  • Mensalinho congratula-se pela análise do dia anterior (no melhor estilo “vai subir ou vai cair, mas depende”) e projeta os novos objetivos: 21,30 ou 24,50. Como de costume, ou sobe, ou desce.
  • Investmaníacos postou um gráfico interessante da Lupatech, mostrando como a ação da empresa derreteu de repente, e pede pelo amor de deus que alguém compre um pouco de LUPA3, porque isso tudo não faz nenhum sentido!
  • O Ploober postou um textão inteiro sobre nós e acha que postar em cima do muro (”se subir, é porque eu acertei, se cair, é porque eu acertei também”) é “seguir a tendência”. Aproveita o post para lançar uma “professia” (não seria “profecia”?) imperdível para seus dignissimos leitores. Além da homenagem, analisa também VALE e PETR, que segundo as análises e números postados, foram pro brejo…